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Saúde

Quando a unha mostra que algo está errado: sinais que vão além da estética

Redação
Atualizado em 2025/12/30 at 10:20 AM
Redação 5 meses atrás
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Mulher olhando sua unha. (Foto: Freepik)
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Unhas frágeis, descoloridas, com ondulações ou manchas podem indicar muito mais do que descuidos estéticos. Segundo especialistas, esses sinais devem ser observados com atenção, pois podem revelar deficiências nutricionais, doenças de pele ou até alterações no funcionamento de órgãos.

“Quando estão fracas e quebradiças, pode ser deficiência de micronutrientes. Como boa parte da composição das unhas é mineral, muitas vezes é preciso repor vitaminas e minerais”, explica Priscila Rocha, professora do curso técnico em Estética do Centro de Ensino Técnico (Centec).

Ela destaca ainda que há alterações que exigem atenção imediata descamação acentuada em unhas e cutículas pode indicar psoríase; formato achatado, com aparência de ‘colher’, costuma sugerir anemia; unhas muito pálidas podem apontar problemas hepáticos ou má circulação; enquanto as amareladas têm relação com infecções fúngicas ou questões respiratórias.

Nesses casos, o ideal é procurar avaliação com um profissional da saúde, como médicos dermatologistas ou clínicos. O autodiagnóstico ou o uso de soluções cosméticas sem orientação adequada pode atrasar o tratamento de condições mais sérias.

LEIA TAMBÉM: Ciclo menstrual irregular aumenta risco de problemas de pele, alerta dermatologista

Papel do esteticista


Mesmo sem atuação clínica, esteticistas podem ser os primeiros a perceber essas alterações. Isso ocorre especialmente em atendimentos mais detalhados, como reflexologia e procedimentos de spa. “Unhas amarelas, desprendidas do tecido ou escurecidas já acendem um alerta e podem justificar uma consulta médica”, afirma Jeniffer Freitas, também professora do Centec.

Ela ressalta que a abordagem precisa ser cuidadosa e respeitosa com o cliente. “Quando a gente se depara com unhas que possuem algum sinal relacionado à saúde, a nossa orientação é iniciar a conversa em um ambiente privado para que a cliente se sinta à vontade para falar do assunto”, diz Jeniffer.

Essa escuta ativa, segundo Priscila Rocha, é uma das competências desenvolvidas desde a formação. “O aluno não desenvolve apenas competências técnicas. Nossa profissão é muito humanizada e, por
isso, o estudante aprende a investigar, ouvir, conversar, fazer perguntas-chave e buscar ser um profissional atualizado nas informações relacionadas à saúde e beleza.”

Além disso, a proximidade criada durante o atendimento facilita esse diálogo. “Perguntas simples, como sobre hidratação, alimentação ou fatores emocionais, ajudam a compreender o contexto. Quando ouvimos a cliente, conseguimos informações que esclarecem a origem das alterações”, conclui Priscila.

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