Segundo a SegundoSegundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
  • Cidades
  • Economia
    • Agenda Corporativa
    • Made In Zona Franca
    • Tudo sobre Imposto de Renda
    • Vida de Empreendedor
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Caçador de Prêmios
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Especial Publicitário
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Lendo Consumo de drogas na juventude está ligado a danos cognitivos no futuro
Segundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
Search
  • Cidades
  • Economia
    • Agenda Corporativa
    • Made In Zona Franca
    • Tudo sobre Imposto de Renda
    • Vida de Empreendedor
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Caçador de Prêmios
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Especial Publicitário
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Follow US
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Segundo a Segundo > Blog > Saúde > Consumo de drogas na juventude está ligado a danos cognitivos no futuro
Saúde

Consumo de drogas na juventude está ligado a danos cognitivos no futuro

Gustavo Reis
Atualizado em 2026/05/12 at 2:28 PM
Gustavo Reis 52 minutos atrás
Compartilhe
Consumo de drogas na juventude ligado a danos cognitivos
Veja o que dizem estudos sobre o assunto. (Foto: Divulgação)
Compartilhe

O consumo de drogas em excesso como álcool, cigarro e maconha no início da vida adulta leva à perda de memória na meia-idade, revela uma análise da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, sobre impacto das substâncias a longo prazo. Publicado no Journal of Aging and Health, o estudo reforça a importância da intervenção precoce para proteger a saúde do cérebro mais tarde, mesmo que o jovem não considere seu consumo problemático.

Os autores conduziram uma avaliação longitudinal que acompanhou 2.450 participantes. Em um primeiro momento, investigaram a frequência e o consumo de álcool, cigarro e maconha dos 18 aos 30 anos, no período entre 1976 e 1991. Mais tarde, testaram a capacidade de memória desses mesmos voluntários quando estavam na faixa entre 50 e 65 anos, de 2018 a 2023.

Um dos achados é que há uma diferença na forma como esses produtos impactam o cérebro: enquanto o cigarro está diretamente associado ao declínio mental na meia-idade, usar álcool e maconha de forma excessiva tem um efeito indireto. Ao aumentar o risco de consumo de substâncias por volta dos 30 anos, também elevam o risco de perda cognitiva no futuro.

Outra constatação é que mesmo indivíduos que pararam de usar essas drogas tiveram pior desempenho cognitivo na velhice comparado a quem nunca as usou. “Já se sabia que tanto o cigarro e o álcool quanto as drogas ilícitas, como a maconha, alteram o funcionamento das funções executivas e o quadro cognitivo”, diz o psiquiatra Gabriel Okuda, do Einstein Hospital Israelita.

Além do impacto agudo, também há alterações estruturais, neuroinflamatórias e na neuroplasticidade que acabam afetando o funcionamento cerebral no futuro. No caso do álcool, há evidências de que ele causa morte neuronal direta. “A longo prazo, sabe-se que o consumo está associado a alterações na substância branca e cinzenta, no hipocampo e no córtex pré-frontal, regiões associadas à memória e às funções cognitivas”, detalha Okuda.

LEIA TAMBÉM: FVS-RCP alerta torcedores sobre importância da vacinação antes da Copa do Mundo de 2026

O cigarro, por sua vez, tem grande impacto vascular. Além de estar associado à inflamação, ele altera a vascularização cerebral, comprometendo o fluxo sanguíneo e aumentando o risco de microinfartos. Já a maconha afeta regiões relacionadas a funções executivas como foco, atenção, memória, velocidade de processamento, resultando em piora cognitiva geral. Vale lembrar que a droga também é um dos principais gatilhos para quadros de esquizofrenia e outros transtornos mentais.

A faixa etária até os 25 anos é um período crítico para todos esses riscos, porque o cérebro ainda está em formação. “Por isso, quanto mais cedo se utiliza qualquer droga nesse período, e quanto maior for a quantidade, maior o risco de reduzir a neuroplasticidade e o neurodesenvolvimento, com impacto negativo ao longo da vida”, alerta o psiquiatra.

E lembre-se: não existe nível de uso seguro dessas substâncias. Mesmo que o estudo não tenha se aprofundado no impacto do consumo recreativo ou moderado, qualquer quantidade ou exposição é prejudicial.

Sinais de alerta

Alguns sinais apontam que é preciso buscar ajuda de psicólogo ou psiquiatra. Entre eles estão a piora no desempenho profissional ou escolar, quando a pessoa não consegue produzir ou entregar o que precisa. Também deve chamar atenção a dificuldade de manter uma relação saudável com familiares e amigos.

Outro alerta importante é o aumento no consumo, seja em volume ou quantidade, o que pode indicar tolerância, ou seja, a necessidade de usar mais para obter o mesmo efeito. Além disso, utilizar a substância como forma de aliviar estresse ou tristeza sugere que ela passou a funcionar como uma espécie de “companheira” do dia a dia, o que aumenta o risco de dependência.

Por fim, a presença de sintomas de abstinência — como tontura, tremores, sudorese, coração acelerado, palpitação, mal-estar geral, ansiedade, irritabilidade, piora do sono e nervosismo — também indica um quadro que merece atendimento especializado.

TEXTO: Gabriela Cupani, da Agência Einstein

Leia também

FVS-RCP alerta torcedores sobre importância da vacinação antes da Copa do Mundo de 2026

Estudo inédito aponta que 1 em cada 10 brasileiros com câncer possui mutação hereditária

Produtos da marca Ypê tem comercialização suspensa; entenda o motivo

Canetas emagrecedoras podem deixar planos de saúde empresariais mais caros no Brasil

Higiene das mãos é destacada como medida essencial de saúde pública em data mundial

Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Email Print
Por Gustavo Reis
Gustavo Reis é formado em jornalismo e colabora com o Segundo a Segundo na produção de matérias para as editorias de Oportunidade, Cultura e Cidades.
Artigo anterior Nova legislação estabelece padrões mínimos de cacau em produtos de chocolate no Brasil Nova legislação estabelece padrões mínimos de cacau em produtos de chocolate no Brasil
Próximo Artigo Chuva provocou alagamentos e riscos de desabamento Chuva provocou alagamentos e riscos de desabamento em Manaus
Segundo a SegundoSegundo a Segundo
Follow US
© Segundo a Segundo. A informação que você precisa saber
  • Contato
  • Política de uso
  • Quem Somos
  • Reportar erro
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.