Segundo a SegundoSegundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
  • Cidades
  • Economia
    • Agenda Corporativa
    • Made In Zona Franca
    • Tudo sobre Imposto de Renda
    • Vida de Empreendedor
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Caçador de Prêmios
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Especial Publicitário
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Lendo Amazonenses adaptam obra de Machado de Assis para o cinema
Segundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
Search
  • Cidades
  • Economia
    • Agenda Corporativa
    • Made In Zona Franca
    • Tudo sobre Imposto de Renda
    • Vida de Empreendedor
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Caçador de Prêmios
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Especial Publicitário
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Follow US
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Segundo a Segundo > Blog > Cultura > Amazonenses adaptam obra de Machado de Assis para o cinema
Cultura

Amazonenses adaptam obra de Machado de Assis para o cinema

Redação
Atualizado em 2025/06/16 at 2:39 PM
Redação 11 meses atrás
Compartilhe
Grupo de pessoas assistindo a um filme adaptado de Machado de Assis
Tércio Silva e Rafael Ramos adaptam obra de Machado de Assis. (Foto: Divulgação)
Compartilhe

A clássica saga de Simão Bacamarte, o protagonista do conto “O Alienista”, de Machado de Assis, está prestes a ganhar um roteiro adaptado com características amazônidas. Intitulado “A Casa Verde” – em referência ao principal cenário da obra inicialmente publicada em 1882 –, o roteiro do longa-metragem está em pleno processo de criação, sob as mãos dos artistas amazonenses Tércio Silva e Rafael Ramos.

Previsto para ser concluído nos próximos dois meses, o projeto foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo no edital nº 01/2023 – Chamamento público para ações na área do Audiovisual, promovido pelo Conselho Estadual de Cultura (CONEC) e pelo Ministério da Cultura (MinC).

A adaptação livre do conto do principal autor do realismo brasileiro se entrelaça ao pensamento filosófico e cosmológico do líder indígena Ailton Krenak e traz como cenário principal as imediações das ruínas de Paricatuba, local onde funcionou uma antiga leprosaria no Amazonas e que se transforma no ficcional hospital psiquiátrico “Casa Verde”, onde a sociedade interna os que não cabem nas normas.

Fundador da Buia Teatro Company (em parceria com a atriz, figurinista e artista visual Maria Hagge), Tércio pontua que a ideia do roteiro é costurar linguagens – literária, teatral, mítica e cinematográfica – para propor uma fábula crítica. Formigas que guiam caminhos, peixes que caem do céu, árvores que falam, rituais de cura com ervas do rio e sonhos onde a água vira espelho compõem a tapeçaria simbólica do filme.

“Esse projeto é mais que uma história sobre sanidade. É uma investigação visual, poética e política sobre os limites da razão ocidental, os apagamentos históricos e a força dos saberes ancestrais. Para nós, contar essa história é também um gesto de devolução: queremos que a Amazônia deixe de ser apenas locação e passe a ser linguagem, corpo, consciência”, salienta o diretor e dramaturgo, que, embora já tenha colaborado no longa “O Rio do Desejo”, de Sérgio Machado (gravado em Itacoatiara com Sophie Charlotte e Daniel de Oliveira), participa pela primeira vez diretamente de um roteiro de produção de longa-metragem.

LEIA TAMBÉM: Manu Bahtidão e Banda Magníficos no aniversário de Manacapuru

No roteiro de “A Casa Verde”, o protagonista, Dr. Bacamarte, é um médico negro e homossexual, que vê sua cruzada para classificar a loucura se desfazer diante de seus traumas, suas contradições, seus fantasmas. A figura central que tensiona essa jornada é Lua, uma menina silenciada, que carrega no pescoço pequenas placas com frases como “Não confie em médicos”.

Com a proposta de ser drama simbólico/ficção amazônica/realismo fantástico, a narrativa não apenas homenageia Machado de Assis – com sua ironia e crítica feroz aos dispositivos de poder – como também ecoa a urgência das ideias de Krenak, propondo uma reconexão com o planeta como organismo vivo e sensível, segundo Rafael, que já dirigiu os filmes “Aquela Estrada”, “Formas de Voltar para Casa”, “Manaus Hot City” e “Revoada”, exibidos em festivais como a Mostra Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (Curta Kinoforum), Cine-PE, Mix Brasil, Shorts México, Festival Internacional de Cine Corto de Cali, San Diego Latino Film Festival.

O cineasta – formado pela Academia Internacional de Cinema de São Paulo (AIC) e vencedor do Prêmio Canal Brasil e do Coelho de Ouro de Melhor Filme com “Manaus Hot City” – pontua que a obra também dialoga diretamente com o legado do realismo fantástico latino-americano, evocando referências como Gabriel García Márquez, Isabel Allende e Alejandro Jodorowsky, na construção de uma Amazônia fabular, onde o impossível é expressão profunda da verdade.

“A Casa Verde fala sobre o que a sociedade chama de loucura, mas trata da potência de quem ousa pensar diferente. É um filme sobre delírio, mas também sobre esperança”, declara.

Como contrapartida do ousado projeto, Tércio (que também atuou na equipe da série Aruanas e nos curtas “Obeso Mordido”, de Diego Bauer e Ricardo Manjaro, e “Até que a Última Luz se Apague”, de Arnaldo Barreto) e Rafael (que também é fundador da produtora cultural Balsa Amarela, atuando em projetos autorais de ficção e documentário, além de colaborações com outras produtoras) realizarão uma oficina gratuita de desenvolvimento de roteiro em Manaus, voltada a estudantes, cineastas iniciantes e interessados na linguagem cinematográfica.

A atividade será intensiva, abordando temas como estrutura narrativa, criação de personagens, construção de cenas e o uso do território como dramaturgia viva.

Leia também

Recitais Bradesco embalaram fim de semana do Festival Amazonas de Ópera no Centro Cultural Palácio da Justiça

Centro de Artes da Ufam terá oficina gratuita sobre Teatro de Formas Animadas

Curso inédito no Amazonas prepara atores para testes de elenco e mercado audiovisual

Centro de Artes da Ufam oferece oficina gratuita que ensina a tocar Ukulele

Bar do Boi Caprichoso reúne três gerações do item Pajé em Manaus

Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Email Print
Por Redação
Follow:
A equipe da Redação do Segundo a Segundo acompanha de perto os principais fatos que impactam o Amazonas. Juntos, contamos histórias, investigamos notícias e informamos com agilidade e responsabilidade.
Artigo anterior Por ciúmes, homem tenta matar cunhado a facadas em feira de Iranduba Por ciúmes, homem tenta matar cunhado a facadas em feira de Iranduba
Próximo Artigo Feiras da ADS terão alteração nesse feriado Veja a programação das feiras em Manaus com o feriado
Segundo a SegundoSegundo a Segundo
Follow US
© Segundo a Segundo. A informação que você precisa saber
  • Contato
  • Política de uso
  • Quem Somos
  • Reportar erro
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.