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Cidades

Festival “Futuro em Jogo” marca formatura da 1ª turma do Manaós Tech Girls

Redação
Atualizado em 2026/04/29 at 7:36 AM
Redação 1 hora atrás
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Festival “Futuro em Jogo” marca formatura da 1ª turma do Manaós Tech Girls
Foto: Divulgação
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Meninas de sete à 17 anos, atuando como protagonistas de sua própria história na tecnologia irão apresentar games e outros projetos criados por elas, abordando temáticas amazônicas durante o Festival “Futuro em Jogo: Elas Programam!”. O Festival marca o encerramento da primeira edição do programa Manaós Tech Girls, promovido pela Escola Manaós Tech for Kids, que visa despertar vocações para carreiras digitais e ampliar a presença feminina no setor da tecnologia.

O Festival “Futuro em Jogo: Elas Programam!” acontece no próximo dia 9 de maio, no período de 13h às 18h, no Instituto Mariuá, localizado na Avenida Efigênio Sales, 310, Parque Dez de Novembro, Zona Centro-Sul de Manaus (https://share.google/cNDAfRL5JFFuaV2Us)

Ao todo, serão apresentados cerca de 100 projetos de jogos que foram desenvolvidos durante os sete meses de cursos no Manaós Tech Girls, nas modalidades presencial e à distância. Sendo que, na modalidade à distância, o curso contou com inscrições de meninas dos municípios de Coari, Iranduba, Manacapuru e Presidente Figueiredo. Todas as alunas que participaram do programa são alunas oriundas da rede pública de ensino.

“Estamos muito felizes em celebrar o encerramento dessa etapa do Manaós Tech Girls e em perceber o brilho nos olhos de cada aluna. Sabemos o quanto essa jornada significou para elas e temos a certeza de que alcançamos nosso principal objetivo: fazer com que essas meninas se reconhecessem como protagonistas no mundo da tecnologia e da programação. Mais do que ensinar ferramentas, queremos abrir caminhos, fortalecer a confiança e incentivar que cada vez mais, meninas e mulheres possam ocupar esse mercado, historicamente, visto como um ambiente majoritariamente masculino”, destaca Glauco Aguiar, CEO da Escola Manaós Tech for Kids.

O Manaós Tech Girls contou com mais de 1000 inscrições de 22 municípios do Amazonas. O programa visa promover o acesso qualificado, lúdico e inspirador à tecnologia para meninas da rede de ensino público do Estado, por meio de uma formação adaptada às diferentes faixas etárias e contextos territoriais.

O programa contempla dois ciclos distintos de capacitação: um presencial, voltado para meninas de sete à 11 anos, e outro à distância, destinado às meninas de 12 à 17 anos. Ambos têm como foco o ensino de “Desenvolvimento de Jogos Digitais” e “Introdução à Tecnologia”.

De acordo com a escola, todos os jogos que foram desenvolvidos pelas alunas, refletem não apenas habilidades adquiridas, mas, também, temáticas sociais, educacionais e culturais conectadas à realidade amazônica.

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O festival

Além da mostra de jogos, a programação do Festival “Futuro em Jogo: Elas Programam!”, inclui palestras com mulheres que são referência no setor de tecnologia e que irão partilhar suas trajetórias profissionais, desafios e conquistas, contribuindo assim, para ampliar o repertório das participantes.

O evento contará ainda com uma oficina de papercraft e de caneta 3d, proporcionando uma experiência criativa complementar, além de um campeonato de cosplay. A ideia é incentivar a expressão e a conexão com o universo dos games.

Premiação

Como forma de reconhecimento pelos esforços empenhados pelas alunas, o Festival também contará com uma premiação para os jogos melhor avaliados. Serão avaliados critérios como: criatividade, qualidade e impacto dos projetos desenvolvidos pelas autoras.

O evento será fechado para as participantes e seus familiares, em um ambiente voltado à celebração das conquistas e ao fortalecimento do vínculo com a tecnologia.

Histórias de superação

Durante o decorrer das aulas do Manaós Tech Girls, a maioria das alunas, principalmente, aquelas que moram em municípios do interior do Amazonas e que participaram na modalidade à distância, vivenciaram uma grande experiência de superação de desafios, que foram desde a falta de infraestrutura (falta constante de energia elétrica, conectividade de péssima qualidade e falta de recursos como computador e/ou aparelho de telefone), até problemas com a autoconfiança e autoestima.

“Eu consegui acompanhar as aulas e desenvolver o meu projeto graças ao computador velho do meu avô que a minha mãe pediu emprestado, mas foi com muita dificuldade porque ele funciona na tomada e a energia aqui na minha cidade vai embora toda hora. E aí quase não dava tempo de salvar os meus arquivos das aulas e foi muito difícil montar o meu jogo no Construct (ferramenta utilizada para criação de jogos)”, conta a aluna Janine Rebeca da Silva Figueiredo de Souza, 14 anos, que mora no município de Manacapuru.

Janine desenvolveu sozinha, o jogo: “Onara – A Guardiã da Floresta” – um jogo que aborda a temática do combate ao tráfico de animais silvestres na floresta amazônica.

“No jogo, a Onara é uma onça pintada que luta para vencer obstáculos na floresta na tentativa de libertar o irmão que é outra onça, chamado Raoni. Ele foi capturado por caçadores de tráfico de animais e está em cativeiro. Eu escolhi esse tema porque sempre fui contra essa questão de maus tratos de animais e também sempre gostei de desenhar a natureza”, explica Janine ao afirmar que pretende seguir a carreira de Design de Games.

“O curso foi muito bom e trouxe um grande incentivo para a Janine. Ela foi tão focada que teve noites em que a gente ia dormir por volta de 4h da manhã para que ela pudesse concluir o projeto dela, já que temos muita falta de energia aqui na cidade. Estou imensamente grata ao programa Manaós Tech Girls pela oportunidade” revela Renata Figueiredo de Souza, mãe de Janine.

O Programa também trouxe autoconfiança para a aluna Adriane Ramos de Souza, 15 anos, moradora de Manaus.

“No início eu achei um pouco difícil, mas ao longo das aulas, fui aprendendo bastante e fui tendo mais autoconfiança com a programação. As aulas são dinâmicas e as professoras são super atenciosas com cada uma das alunas. Eu consegui fazer algo que eu nem sabia que eu conseguia fazer, que foi programar um jogo pelo celular”, comemora ela.

Adriane também é aluna da modalidade à distância e, mesmo com todas as dificuldades envolvendo conectividade e de precisar aprender a programar pelo telefone celular, ela colocou a criatividade ‘pra jogo’ e desenvolveu um protótipo de game abordando uma famosa lenda amazônica.

“Ao longo do curso Manaós Tech Girls, a gente viu bastante essa questão da cultura amazonense e da representação feminina. Então, eu quis trazer um jogo inspirado na lenda da vitória-régia”, esclarece.

Adriane descreve o enredo do jogo criado por ela e sobre a importância em abordar a temática da conservação do meio ambiente.

“O projeto Naiály Irupé – O Chamado das Águas é sobre a Naiály, uma garota indígena que, certa vez, ouve seu nome ser chamado e aí ela caminha em direção ao rio. Nesse rio, ela encontra o reflexo de Jaci (a Lua, na lenda amazônica da Vitória-Régia) que dá uma missão à Naiály para que ela proteja a floresta amazônica”, explica.

A aluna explica que, dentro do ambiente do jogo, a personagem salta em plataformas, coleta itens que no jogo são as lágrimas de Jaci e que têm o poder de restaurar a floresta. Mas, a heroína amazônica precisa evitar as sombras das águas que representam a poluição dos rios e a destruição da floresta.

“No final, o jogador recebe a mensagem de que a gente precisa cuidar e conservar a natureza”, revela a nova desenvolvedora de jogos.

Aldeane Nunes Ramos, mãe de Adriane, ressalta que o projeto ajudou a filha e diz que o “Manaós Tech Girls veio para abrir portas para a futura carreira dela”.

“Esse projeto Manaós Tech Girls está fortalecendo a autoestima das meninas, além de estar criando uma rede de apoio entre meninas que compartilham do mesmo interesse pela área de tecnologia. Eu agradeço muito a todos que nos deram essa oportunidade de termos esse acesso a essas ferramentas e a esses conhecimentos que, muitas vezes, ficam restritos a ambientes mais privilegiados. E eu, no momento, não posso arcar com os custos”, declara Aldeane ao destacar que a “filha não está somente consumindo, mas também, está produzindo tecnologia”.

Autonomia e protagonismo feminino

A professora Aline Ribeiro, que ministrou o curso na modalidade à distância, destaca que as alunas tiveram muitas dificuldades, mas que, ainda assim, as garotas tiveram total autonomia e protagonismo para decidir como seriam os seus projetos de jogos.

“Estou muito orgulhosa de todas elas que conseguiram chegar até aqui porque elas venceram muitas dificuldades e concluíram o curso. A maioria teve dificuldade porque não tinha computador e, aprender a programar pelo telefone foi algo bastante desafiador. Algumas meninas precisaram emprestar computador para concluir as aulas. E, apesar de elas serem muito novas, elas tiveram autonomia e conseguiram gerir a questão do tempo entre escola e outras atividades, mas percebemos que elas tiveram muito sucesso”, apontou a professora Aline.

A professora Isabelly Dantas da Silva, que ministrou o curso na modalidade presencial, destacou que as alunas tiveram a experiência de aguçar a curiosidade e abrir a mente para novos horizontes.

“Eu pude ver a evolução de cada aluna. Elas pegavam as ideias e iam criando as perguntas. Daí, as respostas iam surgindo em conjunto. A gente percebe que quando começa a surgir a curiosidade, as meninas começam a pensar e a desbloquear a mente. E, nós professoras estamos aqui para incentivá-las”, assegura a professora Isabelly.

Manaós Tech Girls

O Manaós Tech Girls é um programa gratuito voltado à formação de meninas em tecnologia, com foco em despertar vocações para carreiras digitais e ampliar a presença feminina no setor. A iniciativa atende estudantes de escolas públicas do estado do Amazonas, nas modalidades presencial e online, oferecendo conteúdos que vão desde alfabetização digital e lógica de programação à desenvolvimento de jogos 2D e 3D, design e narrativa interativa.

O projeto é realizado pela Manaós Tech for Kids, edtech amazônida com atuação na formação tecnológica de crianças e jovens que já impactou mais de 11 mil alunos com metodologias voltadas à robótica, programação, inteligência artificial e a cultura maker, sempre alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A iniciativa conta com apoio do Fundo Socioambiental CAIXA e da Artemisia, por meio do programa “Caixa: Desafio Mulheres em STEM”, que fomenta soluções voltadas à ampliação de oportunidades para meninas e mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Esse suporte possibilitou a oferta gratuita das formações e o acompanhamento das alunas, ampliando o acesso à educação tecnológica no Amazonas.

Mais do que um evento de encerramento, o Festival “Futuro em Jogo: Elas Programam!”, representa a materialização de um processo educativo que alia inclusão, inovação e desenvolvimento de competências essenciais para o futuro, reforçando o potencial da tecnologia como ferramenta de transformação social e de construção de novas trajetórias para meninas da Amazônia.

Para mais informações sobre o Manaós Tech Girls, basta acessar o site do programa: https://girls.manaostech.com ou entrar em contato por meio do telefone: (92) 99102-0189 ou ainda acessar as redes sociais: @manaostechgirls.

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Redação 29/04/2026 29/04/2026
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