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Economia

Coragem e propósito: mulheres transformam sonhos em negócios e movimentam comunidades

Redação
Atualizado em 2026/03/06 at 4:39 PM
Redação 6 horas atrás
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Coragem e propósito: mulheres transformam sonhos em negócios e movimentam comunidades (FOTO: DIVULGAÇÃO)
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Em 8 de março é celebrado o Dia Internacional da Mulher, uma data que reforça a importância de valorizar, apoiar e impulsionar o protagonismo feminino em diferentes áreas da sociedade. No mundo dos negócios, dados do Sebrae indicam que mais de 10 milhões de mulheres estão à frente de seus próprios empreendimentos no Brasil, cerca de 34% do total de empreendedores no país. Esse número mostra que as mulheres estão cada vez mais presentes no comando de empresas e na geração de renda para milhares de famílias. Em diferentes setores, do comércio ao agronegócio, do artesanal ao digital, elas ampliam negócios, criam oportunidades e movimentam a economia das comunidades.

Nesse movimento de crescimento do empreendedorismo feminino, o Sicredi também atua, incentiva e fortalece negócios liderados por mulheres. O Relatório de Sustentabilidade de 2024 mostra que 35% da base de associados é composta por mulheres. Mais do que um dado percentual, isso representa milhares de empreendedoras que encontram na cooperativa apoio para iniciar, estruturar ou expandir suas empresas. Na prática, esse incentivo aparece tanto na capacitação quanto no acesso a produtos financeiros, como o crédito.

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No quesito apoio financeiro, o Sicredi tem um compromisso firme com esse público. A instituição financeira cooperativa fechou 2025 com uma carteira de crédito de mais de R$ 17,5 bilhões direcionada para empresas lideradas por mulheres. O valor representa crescimento de 12% em relação a 2024, quando a carteira somava mais de R$ 15,6 bilhões. Para sustentar esse avanço, o Sicredi tem intensificado o movimento de captações internacionais, somando R$ 3,3 bilhões captados nos últimos cinco anos – destes R$ 1,13 bilhão captados somente em 2025. Entre as instituições parceiras, destacam-se o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), destinados exclusivamente ao financiamento de negócios liderados por mulheres.  

Parte dessas operações ocorreu em cidades com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) abaixo da média nacional, mostrando que o impacto vai além do número de contratos e chega a regiões onde o acesso a recursos é decisivo para manter empregos e gerar novas oportunidades.

Quando o assunto é educação e formação, o curso Mulher Empreendedora, oferecido gratuitamente na Plataforma Sicredi na Comunidade, busca fortalecer habilidades de gestão e dar mais segurança para quem está começando ou planeja crescer.  Criado em 2023 e direcionado para a formação e crescimento de pequenos negócios, o programa já contou com a participação de 1.600 mulheres na modalidade on-line e mais de 300 no formato presencial. Em 2024, a iniciativa foi reconhecida nacionalmente na categoria Educação e Empoderamento do Prêmio Diversidade em Prática.

Além disso, o Sicredi mantém o Comitê Mulher, que incentiva a participação feminina na gestão e na governança das cooperativas e na comunidade. A iniciativa contabiliza a participação de mais de 6.600 mulheres. Apenas em 2025, o programa envolveu 5.282 participantes ativas, resultando na eleição de 506 Coordenadoras de Núcleo e 85 Conselheiras dentro das cooperativas.  

É diante deste cenário que as estatísticas ganham nome, fazem história e são movidas pelo propósito. Em Sorriso, a arquiteta e empresária Itatiana Roberta, associada do Sicredi, é um retrato desse crescimento. Há 17 anos empreendendo, ela transformou um momento de recomeço em oportunidade ao abrir a Empório Acabamentos, negócio que hoje é referência no segmento na região. A construção da empresa exigiu organização e responsabilidade. Formar equipe, consolidar fornecedores e conquistar espaço em um mercado competitivo foram etapas que demandaram preparo e persistência.

“Quando olho para trás e vejo que já se passaram 10 anos, eu nem acredito. Nunca pensei em desistir. Ver tudo o que construí me dá muito orgulho. Deus está comigo e vou seguir os planos dele e no final tudo dá certo”, afirma.

Antes da loja, ela já atuava com escritório próprio de arquitetura, experiência que deu base técnica e visão estratégica. Com o tempo, a Empório ganhou estrutura, ampliou a carteira de clientes e consolidou sua posição no mercado. A comemoração dos 10 anos foi um marco simbólico dessa trajetória, especialmente pelo reconhecimento nacional com o selo Signature da Roca, concedido a poucas empresas no país. Hoje, ela lidera três empresas e coordena uma equipe de 12 colaboradores. A maternidade segue como prioridade, e a estrutura construída ao longo dos anos permite equilíbrio entre família e trabalho/negócio.

“Equilibrar a empório com a família é desafiador, mas com muito amor e compreensão tudo vai se alinhando. A maternidade é minha prioridade, graças a Deus tenho uma boa equipe que consegue dar continuidade ao trabalho mesmo eu não estando”, conta.

Itatiana encontrou na cooperativa o suporte necessário para dar passos decisivos na expansão da empresa. A construção da loja e do depósito, etapas fundamentais para consolidar o crescimento da Empório, foi viabilizada por meio de linhas como FCO e BNDES, acessadas via cooperativa de crédito. Além disso, ela utiliza capital de giro, financiamentos e seguros para proteger a estrutura construída ao longo dos anos e planejar os próximos passos com segurança.

Para Itatiana, empreender vai além de administrar um negócio. É assumir responsabilidades, ter propósito e sustentar decisões mesmo quando o cenário é incerto. “Ser uma mulher empreendedora significa muitas coisas. É ter missão, objetivo de vida, opinião e saber se posicionar. Eu não consigo imaginar minha vida sem trabalhar onde eu trabalho. Para quem quer começar, eu digo: deixe o medo de lado, acredite no seu potencial e siga o seu coração. O comércio é imprevisível, nem sempre os números mostram tudo. A intuição também faz parte das escolhas”, aconselha.

Outro exemplo é a empreendedora Áurea Barros, cuja vontade de ter o próprio negócio nasceu da necessidade e da coragem de transformar o que tinha em oportunidade. Há 12 anos, a produção de leite da família exigiu uma decisão. Era preciso encontrar uma forma de evitar perdas e garantir renda. Foi então que ela decidiu aprender a fazer queijo e doces artesanais. O que começou como alternativa virou sustento. Assim nasceu a Fazendinha Sabores de Leverger, construída com trabalho diário, aprendizado e persistência. Associada ao Sicredi há mais de cinco anos, Áurea seguiu ampliando o negócio com planejamento e apoio financeiro, fortalecendo a estrutura que começou de forma simples, mas com muita vontade de fazer dar certo.

O início foi marcado por desafios comuns de quem empreende: aprender sobre produção, encontrar fornecedores, definir preços e formar carteira de clientes. A gestão do fluxo de caixa exigiu organização e adaptação diária. A vontade de desistir, segundo ela, já apareceu em alguns momentos, algo natural em uma rotina que exige reinvenção constante. O que a manteve firme foi enxergar o quanto o empreendedorismo transformou sua realidade. “Muitos desafios apareceram. Buscar conhecimento, organizar produção, precificar e vender. Empreender é desafiador. Quando olho para trás, vejo o quanto o empreendedorismo abriu portas e realizou sonhos que antes não eram possíveis. Se perseverarmos, vamos conquistar muito mais”, relata.

Com o passar dos anos, a associada percebeu que poderia ampliar o alcance do próprio negócio. Há três anos, decidiu ingressar também no mercado digital, passando a atuar com vendas online nas áreas de perfumaria, moda fitness, pacotes de viagem e telefonia móvel. A diversificação trouxe novas fontes de renda e ampliou o público atendido. O apoio da cooperativa de crédito vem na forma de crédito, capital de giro, investimentos e seguros para dar sustentação à expansão. A participação no Comitê Mulher também marcou essa fase de crescimento. O espaço proporcionou capacitação, troca de experiências e conexões que se transformaram em parcerias e oportunidades de vendas.

Para Áurea, o cooperativismo não se resume ao acesso a produtos financeiros. Representa autonomia, segurança e pertencimento. É a possibilidade de tomar decisões com mais preparo e confiança, fortalecendo o negócio e a presença na comunidade onde está inserida. Ao refletir sobre o que significa ser mulher empreendedora, ela resume como missão e coragem. Acredita que o primeiro passo, mesmo com medo, é determinante para mudar a própria história. Para outras mulheres que desejam empreender, deixa um conselho direto: coragem para começar e confiança para continuar.

Distante 60 km de Cuiabá, em Chapada dos Guimarães (MT), a trajetória de Sebastiana Roberta da Silva é marcada por resistência e reconstrução. Há mais de três décadas à frente da Santana Materiais de Construção, ela ajudou a consolidar um dos principais empreendimento do setor no município. A empresa nasceu da visão de oportunidade e da união familiar, quando a mudança planejada para outra cidade não se concretizou e a decisão foi investir onde a história realmente estava sendo construída: em Chapada. “Percebemos a necessidade de abastecimento no município e começamos buscando tijolo, cimento e brita em Cuiabá para comercializar aqui. A Santana nasceu da visão de oportunidade, da união familiar e da coragem de empreender”, conta.

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Redação 06/03/2026 06/03/2026
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