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Madeira, lenha e açaí levam extrativismo do AM a bater recorde

A pesquisa da Produção de Extração Vegetal e da Silvicultura de 2024, divulgada nesta quinta-feira (26), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que o Amazonas foi o quinto Estado brasileiro que mais extraiu produtos vegetais da natureza ao gerar um faturamento de R$ 376,1 milhões, o que representa uma fatia de 5,3% do total nacional, que foi de R$ 7,034 bilhões.

Comparado com o ano de 2023, o aumento da extração vegetal no Estado foi de R$ 24,8 milhões, um resultado que é o maior da série histórica de 39 anos da pesquisa, diz o IBGE.

Entre as culturas produzidas, no Estado, o açaí se destaca tanto na produção agrícola (cultivo) quanto na extração vegetal (extrativo). Considerando os dois tipos de produção, em 2024, a produção foi de 143.892 toneladas, sendo que a produção cultivada (91.345 toneladas) superou mais uma vez a produção extrativa (52.547 toneladas).

No entanto, na comparação com o ano de 2023, a pesquisa mostra que houve redução de 13.866 toneladas no açaí cultivado, enquanto na produção extrativa, houve aumento de 8.670 toneladas.

Em termos de quantidade produzida na extração vegetal, no Amazonas, a madeira em tora (817,2 mil m3); a lenha (410,7mil m3); o açaí (52.547 teladas); e a castanha-do-Brasil (11.570 toneladas), foram os quatro produtos que tiveram maior produção ano passado.

A extração da madeira em tora, que somou 817,2 mil m3, ano passado, aparece em 34 dos 62 municípios do Amazonas. Aqueles com maiores quantidades de produção da madeira em tora foram Itapiranga (160.000 m3), Lábrea (120.000 m3) e Manicoré (109.276 m3). As menores quantidades do produto aparecem nos municípios de Iranduba (5 m3), Jutaí (5 m3) e Juruá (10m3).

Sessenta e um, dos 62 municípios do Amazonas, fizeram a extração vegetal do açaí, ano passado, somando 52.547 toneladas. Os maiores quantitativos extraídos foram de Codajás (13.000 t), Humaitá (6.500 t) e Manicoré (4.165 t). Já as menores extrações do açaí foram de Nhamundá (2 t), Rio Preto da Eva (10t) e Boa Vista do Ramos (12 t). Não houve extração vegetal do açaí no Careiro da Várzea.

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