Segundo a SegundoSegundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
  • Cidades
  • Economia
    • Agenda Corporativa
    • Made In Zona Franca
    • Tudo sobre Imposto de Renda
    • Vida de Empreendedor
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Caçador de Prêmios
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Especial Publicitário
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Lendo Brasil registra em março a menor taxa de desocupação da história
Segundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
Search
  • Cidades
  • Economia
    • Agenda Corporativa
    • Made In Zona Franca
    • Tudo sobre Imposto de Renda
    • Vida de Empreendedor
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Caçador de Prêmios
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Especial Publicitário
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Follow US
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Segundo a Segundo > Blog > Economia > Brasil registra em março a menor taxa de desocupação da história
Economia

Brasil registra em março a menor taxa de desocupação da história

Gustavo Reis
Atualizado em 2026/04/30 at 3:51 PM
Gustavo Reis 1 mês atrás
Compartilhe
Brasil registra menor taxa de desocupação da história
Taxa de 6,1%, menor índice para o período. (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Compartilhe

O Brasil apresentou, no trimestre encerrado em março, uma taxa de desocupação de 6,1%, o menor índice para o período de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (30/4), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao trimestre encerrado em março de 2025 houve uma redução de 0,9 ponto percentual, ocasião em que a taxa de desocupação foi de 7%. É importante ressaltar que em toda a série histórica da Pnad Contínua os 7% do primeiro trimestre de 2025 já representavam, na ocasião, a menor taxa da série histórica.

Além do menor índice de desocupação para um primeiro trimestre da série histórica, a massa de rendimento médio real, ou seja, a soma das remunerações dos trabalhadores do país, bateu novo recorde para o período e chegou a R$ 374,8 bilhões, com estabilidade no trimestre e alta de 7,1% (ou mais R$ 24,8 bilhões) no ano.

Outro destaque é que o rendimento médio real habitual dos trabalhadores chegou a novo valor recorde: R$ 3.722. O rendimento médio cresceu nas duas comparações, ficando em 1,6% no trimestre e 5,5% no ano, já descontada a inflação nos dois períodos. Frente ao trimestre móvel anterior, houve aumento no rendimento médio de dois grupamentos de atividade estudados pela PNAD Contínua: Comércio (3,0%, ou mais R$ 86) e Administração Pública (2,5%, ou mais R$ 127).

LEIA TAMBÉM: Erro em novo modelo da Receita faz mais de 250 mil caírem na malha fina

No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores informais. Esse indicador ficou abaixo dos 37,6% (ou 38,7 milhões de informais) registrados no trimestre móvel anterior, bem como dos 38% (ou 38,2 milhões de ocupações informais) do trimestre encerrado em março de 2025. 

O número de empregados com carteira assinada no setor privado (excluindo-se os trabalhadores domésticos) aumentou em 1,3%, com 504 mil pessoas a mais com carteiras assinadas no ano, e o país chegou, no total, a 39,2 milhões de trabalhadores formais em 2025. Já o número de empregados sem carteira no setor privado recuou 2,1% (menos 285 mil pessoas) no trimestre, chegando a 13,3 milhões. Na comparação anual, esse indicador não teve variação estatisticamente significativa.

Já o número de trabalhadores por conta própria ficou estável no trimestre, mantendo-se nos 26 milhões. Na comparação anual, houve alta de 2,4%, ou 607 mil pessoas a mais trabalhando por conta própria.

Dois grupamentos mostraram aumentos no contingente de ocupados frente ao mesmo trimestre do ano passado: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,2%, ou mais 406 mil pessoas) e Administração pública (4,8%, ou mais 860 mil pessoas). Nessa comparação anual, somente houve redução no grupamento de Serviços Domésticos (3,6%, ou menos 202 mil pessoas).

Leia também

Atrasou o Imposto de Renda? Receita Federal já recebe declarações fora do prazo; confira

Rafael Saldanha é o novo superintendente do Manauara Shopping

Mercado pet de Manaus ganha novos produtos que trazem inovações para alimentação de alta performance

Receita Federal paga nesta sexta maior lote de restituição do Imposto de Renda

Grupo Gérbera entra em ranking nacional das melhores empresas do varejo para trabalhar

Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Email Print
Por Gustavo Reis
Gustavo Reis é formado em jornalismo e colabora com o Segundo a Segundo na produção de matérias para as editorias de Oportunidade, Cultura e Cidades.
Artigo anterior Homem é procurado por crimes contra a companheira Homem é procurado por diversos crimes contra a companheira em Manacapuru
Próximo Artigo Cetam lança edital com 8 mil vagas para cursos de qualificação Cetam lança edital com mais de 8 mil vagas em cursos de qualificação em Manaus
Segundo a SegundoSegundo a Segundo
Follow US
© Segundo a Segundo. A informação que você precisa saber
  • Contato
  • Política de uso
  • Quem Somos
  • Reportar erro
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.