A estimativa é de que, aproximadamente, 26 mil famílias sejam beneficiadas com a ajuda humanitária. Do total de alimentos enviados, 14 mil cestas básicas, equivalentes a 322 toneladas, seguirão para municípios da calha do Juruá. Outras 12 mil cestas, correspondentes a 276 toneladas, serão destinadas à calha do Purus.
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Durante a vistoria, Roberto Cidade destacou que o Governo do Amazonas segue atuando de forma antecipada para minimizar os impactos da cheia e garantir assistência às famílias atingidas.
“Todo mundo sabe que a minha bandeira é o estado do Amazonas. Eu amo este estado e a responsabilidade do Estado é estar aqui fazendo o possível e o impossível para tentar minimizar o sofrimento da nossa população. Quando a gente consegue mandar alimentos para o interior, a gente consegue dar esperança para essas pessoas”, afirmou o governador.
Roberto Cidade também ressaltou que o trabalho do Estado envolve planejamento logístico e articulação com as prefeituras para garantir que os alimentos cheguem às comunidades mais isoladas.
“A logística vai funcionar como sempre funcionou. Nós vamos conversar com os prefeitos, embarcar nos barcos e balsas e, em torno de 20 dias, esses alimentos já estarão nos municípios. Os prefeitos conhecem as particularidades de cada região e organizam as entregas nas comunidades. A nossa missão é salvar vidas e cuidar das pessoas”, enfatizou o governador.
Para onde vai a ajuda humanitária liberada por Roberto Cidade?
De acordo com o Governo do Estado, na calha do Purus, serão destinadas 69 toneladas de alimentos para cada um dos municípios – Boca do Acre, Canutama, Lábrea e Tapauá. E na calha do Juruá, os envios serão distribuídos da seguinte forma: 69 toneladas para Carauari e Eirunepé; e 46 toneladas para os municípios de Guajará, Ipixuna, Itamarati e Juruá.
O secretário da Defesa Civil do Amazonas, Francisco Máximo, enfatizou que o Estado vem fortalecendo as ações de preparação e resposta diante dos eventos climáticos extremos registrados nos últimos anos.
“Estamos vivendo uma recorrência de eventos climáticos extremos, sejam cheias severas, estiagens, alagações ou erosões fluviais. O Governo do Amazonas tem enfrentado isso com muito planejamento e preparação. Hoje, estamos atuando na fase de resposta para ajudar mais de 26 mil famílias afetadas, mas antes disso houve todo um trabalho de monitoramento, alerta, capacitação e preparação das populações”, explicou o secretário.



