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Saúde

Mais de 20% dos partos no Amazonas são resultado de gravidez na adolescência

Gustavo Reis
Atualizado em 2026/02/24 at 4:39 PM
Gustavo Reis 2 horas atrás
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Mais de 20% dos partos no AM são de gravidez na adolescência
A média de idade entre mães varia de 10 a 19 anos. (Foto: Divulgação)
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A gravidez na adolescência continua sendo um desafio para a saúde pública. No Amazonas, segundo dados da Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), foram registrados 64.847 partos em 2025, com mães entre 10 a 19 anos em 20,83% (13.513) deles.

No interior do Amazonas, os índices também chamam a atenção e motivaram, por parte da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itacoatiara e de Manacapuru, o desenvolvimento de projeto de prevenção e conscientização sobre a gravidez na adolescência, em escolas e comunidades rurais.

Em Itacoatiara, de acordo com a FVS-RCP, no ano passado foram registrados 1.578 partos, sendo 22,56% (356) de adolescentes. Já no município de Manacapuru, dos 1.741 partos realizados no mesmo período, 21,19% (369) foram de meninas nessa faixa etária.

De acordo com a diretora da Afya de Itacoatiara, Soraia Tatikawa, as ações promovidas, como palestras, rodas de conversa e distribuição de cartilhas educativas, têm como foco a ampliação do acesso à informação, promoção do diálogo sobre sexualidade e direitos reprodutivos.

No município, o projeto coordenado pela professora Francenilda Gualberto, foi realizado na Comunidade São Francisco do Jamanã, em área rural. A iniciativa atendeu adolescentes entre 9 e 16 anos e foi desenvolvida por alunos de Medicina da instituição. Os estudantes percorreram a comunidade de casa em casa, convidando os adolescentes para participarem das palestras e orientações, e entregando a eles as cartilhas educativas.

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Conforme a coordenadora, o projeto teve como principal objetivo enfrentar as dificuldades no acesso à informação em saúde, pelos adolescentes da zona rural. “Acho que ainda falta sensibilização sobre esse tema, sobretudo no interior. Na capital e nos grandes centros urbanos essa pauta é mais recorrente, mas no interior ainda existe muito tabu para falar sobre gravidez na adolescência. Falta trazer esse tema para o dia a dia das escolas. Quando estamos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nos hospitais, vemos que a gravidez precoce ainda é uma realidade, e acredito que precisamos sensibilizar ainda mais para termos uma redução efetiva”, destaca Francenilda Gualberto.

Já em Manacapuru, a Afya desenvolveu o projeto de prevenção da gravidez na adolescência na Escola Estadual José Seffair. A diretora geral da Afya de Manacapuru, Karen Ribeiro, explica que a ação contou com a participação de oito alunos de Medicina que ministraram palestra para meninos e meninas de 14 até 16 anos.

O projeto foi coordenado pela professora Nadielle Castro. Para ela, é de suma importância ampliar a informação sobre saúde e prevenção da gravidez na adolescência nas escolas e comunidades. “Realizamos palestras, rodas de conversa e utilizamos uma caixa de perguntas anônimas, porque muitos alunos têm dúvidas, mas sentem vergonha de questionar. Também levamos peças anatômicas para demonstrar o uso correto do preservativo e orientamos onde encontrar contraceptivos de forma gratuita”, observa.

A ação envolveu cerca de 40 adolescentes e enfatizou questões como os riscos físicos, psicológicos e sociais da gravidez precoce. Ainda segundo Nadielle Castro, o papel das instituições de ensino superior e dos futuros médicos vai além da formação técnica. “A educação é fundamental na prevenção da gravidez precoce e na garantia do direito à educação, especialmente para meninas. Uma pesquisa do Fundo de População das Nações Unidas apontou que a gravidez na adolescência é a segunda maior causa de abandono escolar na América Latina.

Por isso, é essencial que estejamos próximos das comunidades, promovendo informação, escuta e acolhimento”, reforça.

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Gustavo Reis 24/02/2026 24/02/2026
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Por Gustavo Reis
Gustavo Reis é formado em jornalismo e colabora com o Segundo a Segundo na produção de matérias para as editorias de Oportunidade, Cultura e Cidades.
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