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Saúde

“Canetas Emagrecedoras” podem cortar efeito de contraceptivos orais

Gustavo Reis
Atualizado em 2026/02/03 at 4:00 PM
Gustavo Reis 2 horas atrás
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"Canetas Emagrecedoras" podem cortar efeito de contraceptivos
Médica ginecologista e obstetra Aline Frota. (Foto: Divulgação)
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Nos últimos anos, medicamentos análogos de GLP-1 como Mounjaro, Ozempic e Wegovy, as famosas “canetas emagrecedoras”, têm ganhado destaque na luta contra a obesidade, apesar de originalmente serem indicados no tratamento do diabetes tipo 2. Quem não deseja ter o planejamento familiar interrompido precisa estar atento: as substâncias têm potencial de melhorar a saúde reprodutiva de mulheres em idade fértil e de reduzir a eficácia dos contraceptivos orais.

Diversos relatos nas redes sociais, a exemplo do da ex-BBB Laís Caldas, mostram casos de quem engravidou após combinar o uso desses medicamentos para emagrecimento (que funcionam imitando um hormônio natural para ajudar a regular o apetite, o açúcar no sangue e a digestão) com anticoncepcionais. Sócia-fundadora do Instituto Vitasee Emagrecimento e Saúde (que inaugurou agora em janeiro, com foco no tratamento da obesidade), a médica ginecologista e obstetra Aline Frota, que também é pós-graduada em Ginecologia Endócrina e em Medicina da Obesidade, explica os motivos para que essas situações aconteçam.

“Existem evidências indicando que esses medicamentos podem interferir indiretamente na fertilidade, já que atuam diminuindo o apetite, aumentando a saciedade e regulando o açúcar no sangue, o que reflete no funcionamento dos ovários. Ao mesmo tempo, possuem um mecanismo de ação que retarda o esvaziamento gástrico, processo necessário para que os métodos contraceptivos orais funcionem com êxito. Ou seja, altera a forma com que os hormônios presentes nos contraceptivos orais são absorvidos e, consequentemente, reduz a eficácia deles. Nesse cenário, dependendo do fármaco utilizado e da situação clínica da paciente, podem elevar as chances de uma gravidez não planejada”, pontua.

Em junho do ano passado, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido (MHRA, da sigla em inglês) chegou a emitir um alerta para mulheres que fazem uso dessas composições voltadas ao emagrecimento. A autoridade reforçou que as pacientes devem “usar contracepção eficaz enquanto estiverem usando esses medicamentos e, em alguns casos, por até dois meses após interromper o uso antes de tentar engravidar”.

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De acordo com Aline, o ideal é que façam a troca por métodos contraceptivos que não passam pelo sistema digestivo, como exemplos DIU (hormonal ou de cobre), implante subdérmico, injeção contraceptiva. “A regra é clara: antes de iniciar qualquer tratamento, é essencial obter uma orientação personalizada para entender as suas particularidades”, enfatiza a médica, que também atende na Clínica AMIH (Assistência Materno Infantil Humanizada).

A especialista em Ginecologia Endócrina e em Medicina da Obesidade – que compartilha diversas informações em seu perfil do Instagram (@dra.aline_frota) e no do Instituto Vitasee (@vitaseesaude) – faz questão de salientar a importância da orientação médica durante o tratamento com agonistas do receptor GLP-1. Em dezembro de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou as primeiras diretrizes sobre as chamadas ‘canetas emagrecedoras’ como parte do tratamento da obesidade, aconselhando o uso por adultos, exceto mulheres grávidas, associado a dieta saudável, atividade física e acompanhamento a longo prazo por profissionais de saúde.

Segundo Aline, a obesidade é uma doença crônica e recidivante, ou seja, para o resto da vida, e mexe em todos os órgãos do corpo, bem como afeta a saúde psicossocial, por isso, a necessidade de uma assistência capacitada, multidisciplinar e que trabalhe com uma visão além do peso. 

“Para que se faça o acompanhamento, é ideal que o paciente procure médicos especializados em tratamento da obesidade, que não vejam apenas o peso na balança, que entendam que há uma pessoa ali com muitas coisas para serem entendidas, o que é, inclusive, a premissa do Instituto Vitasee. O tratamento contra a obesidade exige uma equipe multidisciplinar e humanizada, que deixe evidente que nenhum medicamento é solução mágica e que consiga transmitir que o processo, por mais que seja longo e muitas vezes exaustivo, é capaz de salvar a vida de muitas pessoas”, finaliza.

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Gustavo Reis 03/02/2026 03/02/2026
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Por Gustavo Reis
Gustavo Reis é formado em jornalismo e colabora com o Segundo a Segundo na produção de matérias para as editorias de Oportunidade, Cultura e Cidades.
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