O vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza, usou as redes sociais, no sábado (10/01), para voltar às raízes e contar sua trajetória como homem do interior que usou a educação como ferramenta de transformação social. Na primeira publicação, de uma série de quatro ao longo do mês de janeiro, Tadeu relembrou a infância vivida em Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus).
O vice-governador relatou que a vinda para Manaus foi uma tentativa de sua família por melhores condições de vida, assim como ainda ocorre com milhares de famílias do interior que migram para a capital. Do rio Solimões à moradia ao lado dos igarapés da zona sul de Manaus, Tadeu afirmou que o recomeço não foi fácil.
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“O meu começo não foi em gabinetes, nem em discursos. Foi, primeiro, na beira do rio, em Manacapuru. Depois, na beira dos igarapés da zona sul periférica de Manaus dos anos 1980, em um pedaço da capital onde as conquistas eram escassas, mas os sonhos eram enormes. Nada vinha fácil, mas tudo tinha sentido”, relembrou.
Compromisso
O vice-governador destacou que, por meio de seu mandato, trabalha para retribuir à sociedade todas as oportunidades que recebeu na vida, bem como fortalecer o compromisso de colaborar para a prestação de serviços públicos de qualidade à população.
“Não trago essa lembrança para despertar pena ou criar um enredo de superação artificial. Trago porque é dali que nasceu tudo: a minha forma de ver a vida, a minha sensibilidade para com o outro, a crença de que o serviço público precisa ser digno de quem depende dele”, declarou Tadeu.
Ouvir o Amazonas
O vice-governador tem usado suas redes sociais como canal de comunicação para ouvir demandas da sociedade. Em sua primeira publicação do ano, por exemplo, Tadeu defendeu um futuro construído a partir da realidade vivida pelos amazonenses e reforçou que decisões públicas precisam estar diretamente conectadas ao cotidiano das pessoas.
“Quando a gente pisa com respeito, o caminho responde. Quando a gente caminha junto, a transformação acontece. Que neste novo ano a gente siga assim: pé no chão, olho no olho, ouvindo as vozes do Amazonas”, destacou.


