Segundo a SegundoSegundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
  • Cidades
  • Economia
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Especial Publicitário
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Lendo MPF cobra punição a médicos após mais de 300 denúncias de violência obstétrica no Amazonas
Segundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
Search
  • Cidades
  • Economia
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Especial Publicitário
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Follow US
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Segundo a Segundo > Blog > Cidades > MPF cobra punição a médicos após mais de 300 denúncias de violência obstétrica no Amazonas
Cidades

MPF cobra punição a médicos após mais de 300 denúncias de violência obstétrica no Amazonas

Redação
Atualizado em 2026/01/28 at 6:09 PM
Redação 2 meses atrás
Compartilhe
Programa Mais Médicos
Programa Mais Médicos. (Foto: Divulgação)
Compartilhe

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao Conselho Federal de Medicina (CFM) e ao Conselho Regional de Medicina do Amazonas (Cremam) a adoção de medidas para prevenir, reprimir e punir condutas médicas que configurem violência obstétrica no estado.

A recomendação se fundamenta na constatação de que, atualmente, o termo não está tipificado como infração ética específica nos sistemas dos conselhos. Segundo o MPF, essa lacuna inviabiliza a geração de estatísticas e o acompanhamento eficaz de denúncias. O órgão destaca, ainda, que o CFM chegou a classificar a expressão anteriormente como uma agressão contra a medicina.

LEIA TAMBÉM: Protesto de moradores pede fim de lixão em Iranduba

Entre 2019 e 2023, a Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) catalogou 324 denúncias de violência obstétrica apenas em maternidades de Manaus. O documento detalha casos graves, incluindo situações envolvendo mulheres indígenas, como:

● Óbitos fetais e maternos por falhas em procedimentos de emergência;
● Esquecimento de instrumentos no corpo de pacientes após o parto;
● Práticas proibidas ou invasivas, como a manobra de Kristeller (pressão sobre a barriga) e a episiotomia (corte no períneo) sem anestesia;
● Tratamento desrespeitoso e humilhante durante o trabalho de parto.

Medidas a serem adotadas – Ao CFM, o MPF recomenda a revogação imediata de atos que neguem o conceito de violência obstétrica e a alteração da Resolução nº 2.217/2018, que trata do Código de Ética Médica. O objetivo é que a prática de violência obstétrica seja tipificada expressamente como infração ética, definindo como qualquer conduta que cause dor ou sofrimento desnecessário sem o consentimento da mulher.

O conselho deve, ainda, elaborar protocolos de investigação que evitem a revitimização, implementar sistemas de dados com campos específicos para violência obstétrica e promover materiais educativos sobre procedimentos proibidos e direitos das gestantes. O CFM também precisa publicar relatórios anuais de sanções e instituir uma rotina de capacitação para julgamentos com perspectiva de gênero, como escuta protegida e não revitimização.

Para o Cremam, a recomendação foca na execução prática dessas diretrizes no estado, exigindo a adoção de procedimentos céleres e adequados para apurar denúncias, garantindo a escuta das vítimas e a coleta de provas. O conselho estadual deve implementar, em cooperação com o CFM, o sistema padronizado de informações para catalogar casos locais e realizar campanhas de conscientização regional sobre o dever de tratamento verbal respeitoso e a extinção de práticas humilhantes.

Além disso, deve publicar seus próprios dados estatísticos anuais e realizar treinamentos periódicos de seus conselheiros, sindicantes e instrutores com o objetivo de disseminar práticas de julgamento com perspectiva de gênero.

As instituições têm o prazo de 30 dias para manifestar o acatamento da recomendação e indicar as medidas adotadas.

Até a publicação deste material, o CFM e o CRM ainda não haviam se manifestado sobre o assunto. Caso isso ocorra, esta reportagem será atualizada.

Leia também

Falta energia em quatro bairros e duas áreas da zona rural de Manaus, nesta segunda (16)

Divulgada lista com 192 contemplados para moradia no residencial Morar Melhor 13, no Parque das Tribos

Avenida Coronel Teixeira terá nova interdição a partir da terça-feira (17)

Carretas da Mulher atendem moradoras das zonas Oeste e Rural em novos endereços; confira onde

Meu Pet Amazonas: app permite agendar castrações e denunciar maus-tratos pelo celular

Termos manchete
Redação 28/01/2026 28/01/2026
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Email Print
Por Redação
Follow:
A equipe da Redação do Segundo a Segundo acompanha de perto os principais fatos que impactam o Amazonas. Juntos, contamos histórias, investigamos notícias e informamos com agilidade e responsabilidade.
Artigo anterior Protesto de moradores pede fim de lixão em Iranduba
Próximo Artigo IML procura família de idoso que morreu em Manaus e pode ser enterrado como indigente
© Segundo a Segundo. A informação que você precisa saber
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.