Segundo a SegundoSegundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
  • Cidades
  • Economia
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Vídeos
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Lendo Acusado pela morte de policial é condenado a 46 anos e cinco meses de prisão
Segundo a SegundoSegundo a Segundo
Aa
Search
  • Cidades
  • Economia
  • Ciência & Tecnologia
  • Colunas & Blogs
    • Plantão do Consumidor
    • Tem golpe na praça
    • Viralizou
  • Cultura
    • Arthur Charles
    • Alexandre Pequeno
  • Esporte
  • Oportunidade
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Vídeos
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Política de uso
    • Reportar erro
Follow US
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Segundo a Segundo > Blog > Polícia > Acusado pela morte de policial é condenado a 46 anos e cinco meses de prisão
Polícia

Acusado pela morte de policial é condenado a 46 anos e cinco meses de prisão

Redação Segundo a Segundo
Atualizado em 2023/04/03 at 7:10 PM
Redação Segundo a Segundo 2 anos atrás
Compartilhe
Compartilhe

Na última sexta-feira (31/03), Marcos Neves Serra, um dos acusados pela morte do policial militar Paulo Sérgio da Silva Portilho, crime ocorrido em 26 de maio de 2017, na invasão do Buritizal, bairro Nova Cidade, Zona Norte de Manaus, foi condenado a 46 anos e cinco meses de prisão pelo Conselho de Sentença da 3.ª Vara do Tribunal do Júri.

A sessão foi presidida pelo juiz de direito titular da 3.ª Vara do Tribunal do Júri, Carlos Henrique Jardim da Silva. Com o julgamento de Marcos, foi concluído o processo nº. 0619361-70.2017.8.04.0001, que tinha outros 11 acusados. Desse total, sete foram igualmente condenados e três absolvidos. Um morreu logo após o crime.

O Ministério Público do Estado do Amazonas esteve representado pelo promotor de justiça Luiz do Rêgo Lobão Filho. O defensor público Gabriel Herzog Kehde atuou na defesa do réu. Marcos Neves Serra estava foragido da justiça e foi preso na cidade de Beruri, interior do Amazonas, por crime de roubo majorado. Como não houve tempo suficiente para transferi-lo para Manaus, ele participou da Sessão de Julgamento Popular de sexta-feira de forma remota.

O réu foi julgado e condenado pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e tortura. Com a condenação, o magistrado determinou a execução provisória da pena. Marcos Neves Serra deverá ser transferido para o Sistema Carcerário da capital. Da sentença, cabe apelação.

O julgamento dos outros dez réus acusados da morte do PM Portilho aconteceu em 24 de setembro de 2021. Naquela oportunidade, os jurados absolveram os réus José Cleidson Weckner Rodrigues, Henrique da Silva e Silva e Alex Azevedo de Almeida.

Foram condenados: Renata Lima da Silva, a 15 anos e quatro meses de prisão em regime fechado; Felipe de Souza Santos, a 24 anos e seis meses de prisão em regime fechado; Jeferson de Souza Farias, a 21 anos e seis meses de prisão em regime fechado; Bruno Medeiros Mota, a 46 anos e dois meses de prisão em regime fechado; Willian Paiva Cavalcante, a 22 anos de reclusão em regime fechado; Rodolfo Barroso Martins, que não compareceu ao julgamento mas foi condenado pelo crime de ocultação de cadáver a um ano e seis meses de prisão, e como respondia ao processo em liberdade, pôde recorrer da sentença nessa condição; e Fábio Barbosa de Souza a 39 anos e oito meses de prisão em regime fechado.

De acordo com o Inquérito Policial n.º 380/2017 da Delegacia de Homicídio e Sequestros(DEHS), o policial militar Paulo Sérgio da Silva Portilho foi morto de forma brutal pelos acusados por volta das 23h50 de 26 de maio de 2017. Segundo a Polícia Civil, um expressivo número de pessoas concorreram para o homicídio, tendo sido possível identificar 15 delas, incluindo três adolescentes.

Conforme os autos, na noite do dia 26 de maio de 2017, Paulo Sérgio Portilho, à paisana e de folga, dirigiu-se em uma moto da corporação para a invasão do Buritizal, no bairro Nova Cidade, e, após parar a motocicleta próximo ao Bar do “Maranhão”, indagou moradores sobre um terreno à venda na área.

Nesse momento, Fábio Barbosa de Souza, vulgo “Índio”, Marcos Neves Serra, vulgo “Tá Bandido”, José Cleidson Weckner Rodrigues, vulgo “Menor do Chapa”, Felipe de Souza Santos, vulgo “Já Morreu”, Willian Paiva Cavalcante, vulgo “Sorriso”, e Henrique Silva da Silva, vulgo “Ladrão” ou “Rick” que, segundo o inquérito, eram traficantes na área e estavam jogando sinuca no bar, aproximaram-se de Portilho por suspeitarem que ele era um policial. Ao confirmarem a suspeita, darem início a uma série de agressões físicas contra o policial, atingindo-lhe a cabeça com várias coronhadas usando a arma de fogo tomada dele, além de socos, tapas e pauladas.

Ainda segundo os autos, logo após, aproximaram-se os acusados Bruno Medeiros Mota, vulgo “Filé”, apontado como chefe daqueles traficantes, e Renata Lima da Silva (Dona Redonda), sua namorada, que gritava a todo tempo que era preciso matar o policial.

Conforme apurado nas investigações, Portilho clamou por sua vida aos acusados, dizendo-lhes que podiam levar tudo dele, mas sofreu um golpe de “mata leão”, desmaiou e foi retirado da moto em que estava. Consta que os agressores amarraram uma corda ou um fio de aparelho de televisão em volta no pescoço da vítima, que foi arrastada ladeira abaixo para um terreno próximo ao Bar do Maranhão, local onde foi morta e enterrada.

LEIA MAIS:

EC Iranduba é condenado por manipulação de resultado

Leia também

Polícia procura homem por roubos cometidos na zona norte de Manaus

Amazonas FC enfrenta o Volta Redonda em duelo direto contra o rebaixamento na Série B

Homem é procurado por estelionato avaliado em mais de R$17 mil

Rocam pede ajuda para identificar agressores de sargento da Marinha espancado em Manaus

Saiba quem é o jovem que morreu atropelado por carro no Centro de Manaus

Termos Condenado, Manaus, Tortura
Redação Segundo a Segundo 03/04/2023 03/04/2023
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Email Print
Artigo anterior Na tarde desta segunda-feira (3), o Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) atualizou o sistema de acompanhamento de envio das prestações de contas via Domicílio de Contas Eletrônico (DEC) e apenas sete gestores dos 379 cadastrados para envio dos documentos não cumpriram com o prazo. Sete órgãos públicos do Amazonas não prestaram contas de 2022; Veja quem está irregular
Próximo Artigo Campanha de vacinação contra gripe vai até 31 de maio
© Segundo a Segundo. A informação que você precisa saber
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.Ok