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Cidades

Serviços e ações da rede de proteção da Sejusc acolheram mais de 27 mil mulheres em 2021

Tabajara Moreno
Atualizado em 2021/12/21 at 5:33 PM
Tabajara Moreno 4 anos atrás
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Durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as mulheres que vivenciaram qualquer tipo de violência contaram com o apoio do Governo do Amazonas, para iniciar uma nova jornada. Em 2021, a rede de proteção à mulher da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) realizou 27.700 atendimentos nos diversos canais de apoio que o serviço disponibiliza.

Coordenado pela Secretaria Executiva de Políticas para Mulheres (SEPM), o projeto Nova Rede Mulher tem como objetivo ofertar serviços de combate e enfrentamento à violência de gênero, bem como direcionar as vítimas para os canais de denúncia.

De acordo com a secretária Mirtes Salles, titular da Sejusc, é de extrema importância a execução de políticas públicas voltadas para a proteção da mulher.

(FOTOS: Divulgação/ Sejusc).

“A Sejusc trabalha com Direitos Humanos, e os direitos da mulher são direitos fundamentais garantidos pela Constituição brasileira, sendo conquistados ao longo dos anos. Por isso, é fundamental que tenhamos uma secretaria especializada para cuidar dos direitos das mulheres. Neste ano, mesmo durante a pandemia, os serviços da rede de proteção da Sejusc continuaram atuando para assegurar os direitos de todas”, disse.

A secretária executiva de Políticas para Mulheres, Maricília Costa, destaca que todos os mecanismos que o Governo do Amazonas dispõe cumprem os requisitos dispostos na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006); e demais legislações de proteção à mulher em vigência.

Secretária executiva de Políticas, Maricília Costa (FOTOS: Divulgação/ Sejusc).

“Não só as mulheres que sofreram violência doméstica são acolhidas, mas também as que sofrem violência psicológica, física, moral, patrimonial, sexual, tráfico de mulheres, assédio sexual”, pontuou.

Atendimentos – Entre os dispositivos de defesa, a rede conta com o Serviço de Apoio Emergencial à Mulher (Sapem), que é a porta de entrada dos serviços, com atendimento social e psicológico, condução da vítima ao Instituto Médico Legal (IML), busca de pertences e acolhimento provisório 24h. De janeiro a outubro de 2021, o serviço acolheu 4.914 mulheres.

A rede também conta com o Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream), em que se realiza o acompanhamento social e psicológico de mulheres em situação de violência doméstica e familiar, com o objetivo de realizar o resgate da autoestima e autonomia, além do atendimento jurídico realizado pelo Núcleo de Defesa da Mulher (Nudem), da Defensoria Pública do Estado do Amazonas. O Cream realizou 20.877 atendimentos em 2021.

A Casa Abrigo Antônia Nascimento Priante (CAANP), instituição destinada ao abrigamento de mulheres e seus filhos, vítimas de violência doméstica e familiar, que estejam correndo risco iminente de morte, procedentes da capital e demais municípios do estado do Amazonas, acolheu 1.909 neste ano.

Em casos de mulheres que já possuem o registro de violência ou agressão via Boletim de Ocorrência, o aplicativo Alerta Mulher auxilia as vítimas em caso de descumprimento de medida protetiva, a fim de promover o deslocamento de uma viatura até o local do acionamento.

Nas ações desenvolvidas pela pasta, o projeto também conta com a unidade móvel itinerante, o “Ônibus da Mulher”, que leva serviços especializados da rede de atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar no Amazonas.

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Termos AÇÕES, Mulheres, Sejusc, SERVIÇOS
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Por Tabajara Moreno
Jornalista amazonense e fundador do site Segundo a Segundo
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