O Ministério Público do Amazonas, pela Promotoria de Justiça de São Gabriel da Cachoeira, obteve a condenação de Nildo Gonçalves de Souza, major do Exército, acusado de matar e ocultar o corpo de Alessandra da Silva e Silva.

O julgamento, presidido pelo Juiz de Direito Manoel Átila Araripe Autran Nunes, aconteceu na quinta-feira, 25/11, integrou a pauta de audiências da 19ª Semana Justiça Pela Paz em Casa, campanha nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), cuja finalidade é ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006).

O crime foi cometido no dia 19/01/2012, dia do aniversário do condenado, que mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima. O Conselho de Sentença entendeu que o réu matou por motivo fútil e ocultou o cadáver da vítima, que continua desaparecido.

No julgamento, após os debates, prevaleceu a tese sustentada pelo Ministério Público. O réu foi condenado a 13 anos de reclusão em regime fechado e à perda do cargo. A ré Gabriela de Souza da Silva foi absolvida, por falta de provas de sua participação no crime, a pedido do Promotor de Justiça Roberto Nogueira, designado para o caso.

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